Mastocitoma em cães: 4 cuidados que prolongam a vida do seu pet | Gold Lab Vet

Mastocitoma em cães: 4 cuidados que prolongam a vida do seu pet

Mastocitoma em cães
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O mastocitoma em cães é um tumor maligno frequente na medicina veterinária, responsável por até 21% dos casos de câncer cutâneo em cães. Ele se origina a partir da proliferação anormal dos mastócitos, células do sistema imunológico presentes principalmente na pele, onde a doença é mais comum.

Esses tumores variam em gravidade e são classificados em grau I (baixo), II ou III (alto grau), o que influencia diretamente no tratamento e prognóstico. Raças como Boxer, Boston Terrier, Pit Bull e Bulldog Inglês apresentam maior predisposição, principalmente após os 8 anos de idade.

A identificação precoce da mastocitoma em cães e o acompanhamento com um oncologista veterinário são fundamentais para garantir qualidade de vida e melhores resultados no tratamento.

O que é o mastocitoma em cães?

Cão deitado com a pata com mastocitoma

O mastocitoma canino é uma neoplasia que se origina a partir da proliferação descontrolada dos mastócitos, células do sistema imunológico que participam principalmente em processos inflamatórios e alérgicos. Considerado o tumor cutâneo maligno mais frequente em cães, representa aproximadamente 16 a 21% de todas as neoplasias de pele nesta espécie.

Como os mastócitos se tornam tumores

Os mastócitos são células do sistema imunológico que normalmente protegem o organismo contra parasitas e participam de reações alérgicas. Estas células contêm grânulos com substâncias inflamatórias como histamina, heparina e enzimas proteolíticas.

A transformação dos mastócitos normais em células tumorais ocorre por diferentes mecanismos, ainda não completamente elucidados. Entretanto, uma das principais causas identificadas são as mutações no gene c-kit, que codifica um receptor de tirosina-quinase essencial para o desenvolvimento e função normal dos mastócitos. Esta alteração genética causa uma fosforilação constitutiva do receptor, provocando o crescimento descontrolado das células tumorais.

Além disso, existem outras teorias sobre o desenvolvimento do mastocitoma em cães, incluindo inflamações crônicas decorrentes da degranulação de mastócitos, exposição a carcinógenos tópicos, dermatites e fatores hereditários. Em muitos casos, os mastocitomas aparecem em locais onde há uma lesão prévia na pele, sugerindo uma relação entre a reação inflamatória local e o desenvolvimento tumoral.

Diferença entre mastocitoma cutâneo e visceral

O mastocitoma em cães pode se manifestar principalmente de duas formas: cutânea e visceral. A forma cutânea é a mais comum, representando cerca de 11% dos tumores de pele caninos. Estes tumores se desenvolvem na derme e tecido subcutâneo, apresentando-se como massas sólidas que podem variar em tamanho e aparência.

Por outro lado, o mastocitoma visceral geralmente representa um foco metastático de uma lesão cutânea primária. Esta forma acomete órgãos internos como fígado, baço, linfonodos abdominais e intestino. Os mastocitomas viscerais são menos frequentes, porém mais agressivos, apresentando sintomas como vômitos, depressão em cachorro, anorexia, perda de peso e hepatoesplenomegalia.

É importante destacar que o mastocitoma em cães cutâneo pode se apresentar de diversas formas: desde massas sólidas com diâmetro em torno de 10 cm, circunscritas e firmes, até lesões mais moles e não definidas. Podem ter coloração avermelhada com borda circular e, ocasionalmente, apresentar coloração amarela no centro.

Raças mais predispostas

Algumas raças caninas apresentam maior predisposição genética para o desenvolvimento de mastocitomas. As raças braquicefálicas como Boxer, Boston Terrier, Bulldog Inglês e American Pit Bull estão entre as mais acometidas. Estudos realizados pela PubMed Central mostram que outras raças também apresentam maior risco, como:

  • Labrador Retriever e Golden Retriever;
  • Shar-Pei;
  • Schnauzer;
  • Beagle;
  • Dachshund;
  • Weimaraner;
  • Pug;
  • Staffordshire Bull Terrier.

O comportamento biológico do tumor pode variar conforme a raça. Por exemplo, Boxers e Golden Retrievers tendem a desenvolver mastocitomas menos agressivos, enquanto em Shar-Peis geralmente são mais graves. Além disso, outro estudo realizado pela PubMed sobre predisposições raciais sugerem influência hormonal no desenvolvimento da doença, já que fêmeas castradas podem apresentar maior risco.

A idade média dos cães acometidos é de aproximadamente 8-9 anos, embora possa ocorrer em animais mais jovens. Em relação ao sexo, não existe predisposição clara, com distribuição semelhante entre machos e fêmeas.

Sintomas e sinais clínicos da mastocitomas em cães

Cachorro esticando a perna traseira com mastocitoma

Os mastocitomas em cães podem manifestar-se de diversas formas e provocar uma ampla variedade de sinais clínicos. Esta neoplasia é muitas vezes chamada de “camaleão” entre os tumores cutâneos devido à sua aparência variável, tornando o diagnóstico visual desafiador para tutores e veterinários.

Nódulos na pele: aparência e textura

A apresentação clínica do mastocitoma em cães é extremamente variável, podendo imitar diversas lesões cutâneas. Normalmente, os tutores percebem um ou mais nódulos na pele do animal, que podem estar presentes por dias, meses ou até anos antes de apresentarem mudanças significativas. Estes nódulos geralmente medem entre 0,5 a 5 cm de diâmetro, localizando-se principalmente no tronco e extremidades (cerca de 50% dos casos), membros (40%) e região da cabeça e pescoço (10%).

Quanto à aparência, os mastocitomas em cães podem se apresentar como:

  • Massas únicas ou múltiplas, ulceradas ou não;
  • Nódulos avermelhados ou com coloração normal da pele;
  • Lesões com ou sem pelos (alopécicas);
  • Feridas que não cicatrizam com tratamentos convencionais.

A textura também varia consideravelmente, desde massas firmes e bem delimitadas até lesões macias e mal circunscritas, semelhantes a lipomas. Quando manipulados, alguns tumores podem apresentar o chamado sinal de Darier – eritema e formação de pápulas após compressão leve ou raspagem, resultante da liberação de substâncias inflamatórias dos grânulos dos mastócitos.

Os mastocitomas de baixo grau geralmente apresentam-se como tumores pequenos, bem delimitados, de crescimento lento, podendo permanecer estáveis por até 14 meses antes de se tornarem mais agressivos.

Por outro lado, os de alto grau formam grandes massas ulceradas, eritematosas, infiltradas nos tecidos adjacentes, com edema peritumoral e pequenos nódulos satélites, crescendo rapidamente desde o início.

Sinais gastrointestinais causados por histamina

Os mastocitomas em cães frequentemente provocam sintomas gastrointestinais devido à liberação de histamina pelos mastócitos neoplásicos. Estas células tumorais contêm aproximadamente 25 a 50 vezes mais histamina que mastócitos normais, o que explica a intensidade dos sintomas observados.

A síndrome paraneoplásica mais comum associada ao mastocitoma canino é a ulceração gastrintestinal. A histamina liberada pelos tumores estimula as células parietais da mucosa gástrica, aumentando a produção de ácido clorídrico, o que pode levar ao desenvolvimento de úlceras e, em casos mais graves, perfuração gastrointestinal.

Os principais sinais digestivos incluem:

  • Vômitos (às vezes com sangue);
  • Diarreia;
  • Anorexia (perda de apetite);
  • Dor abdominal;
  • Melena (fezes com sangue digerido, de coloração escura).

No estudo clínico realizado pela ScienceDirect, cerca de 41,5% dos cães com mastocitoma apresentaram sinais clínicos gastrintestinais, demonstrando a relevância desses sintomas para o diagnóstico e tratamento da doença.

Outros sintomas sistêmicos

O mastocitoma em cães pode causar diversos outros sintomas sistêmicos, especialmente em casos mais avançados ou disseminados. A degranulação dos mastócitos libera não apenas histamina, mas também heparina, fator quimiotático de eosinófilos e enzimas proteolíticas, que podem afetar múltiplos sistemas do organismo.

Entre os sintomas sistêmicos mais comuns estão distúrbios de coagulação, trombocitopenia (diminuição das plaquetas) e anemia ferropriva. O aumento da produção de IL-2 e IL-5 pelos mastócitos neoplásicos pode causar elevação nos níveis de eosinófilos no sangue, principalmente nos casos disseminados.

Em estágios avançados da doença, pode ocorrer hepatomegalia e esplenomegalia (aumento do fígado e baço) devido à infiltração tumoral. Os linfonodos próximos à área do tumor também podem estar aumentados, especialmente quando há metástase para estes órgãos.

Diagnóstico e exames essenciais da mastocitoma em cães

Cachorro fazendo exame de ultrassom para diagnostico de mastocitoma

O diagnóstico preciso do mastocitoma em cães requer uma abordagem sistemática e diversos exames complementares. Identificar corretamente a natureza e extensão deste tumor é fundamental para determinar o prognóstico e definir o melhor tratamento.

Citologia aspirativa por agulha fina (PAAF)

A citologia aspirativa em cães por agulha fina (PAAF) é geralmente o primeiro método diagnóstico utilizado, sendo uma técnica minimamente invasiva, rápida e de baixo custo. Este procedimento permite a coleta de células do tumor para análise microscópica, identificando os mastócitos pelos seus característicos grânulos citoplasmáticos. A PAAF é altamente eficaz para o diagnóstico inicial dos mastocitomas em cães, com estudos demonstrando concordância de 92% a 96% entre o diagnóstico citológico e a posterior confirmação histopatológica.

Embora altamente precisa para tumores bem diferenciados, a PAAF pode apresentar limitações em tumores mais indiferenciados, nos quais a presença de grânulos característicos é reduzida devido à anaplasia celular. Nesses casos, pode ser necessário o uso de colorações especiais, como o azul de toluidina.

Exame histopatológico e graduação do tumor

Após o diagnóstico citológico, o exame histopatológico torna-se indispensável para determinar o grau de diferenciação celular do mastocitoma canino. Existem dois sistemas principais de classificação histológica:

  1. Sistema de Patnaik: classifica os tumores em três graus (I, II e III), onde o grau I representa tumores bem diferenciados com prognóstico favorável, o grau III indica tumores pouco diferenciados com comportamento agressivo, e o grau II apresenta características intermediárias;
  2. Sistema de Kiupel: mais recente, divide os tumores apenas em alto e baixo grau, o que reduz a variabilidade de interpretação entre patologistas.

Ambas as classificações são frequentemente utilizadas em conjunto para maior precisão prognóstica.

Exames de imagem: ultrassom e radiografia

Os exames de imagem são essenciais para o estadiamento completo do mastocitoma em cães. A ultrassonografia abdominal em cães é particularmente valiosa para detectar infiltração em órgãos como fígado e baço, enquanto radiografias torácicas auxiliam na identificação de metástases pulmonares, embora estas sejam menos comuns.

Importância do estadiamento clínico

O estadiamento clínico avalia a extensão da doença e orienta decisões terapêuticas. Baseado no sistema TNM (Tumor, Linfonodos, Metástases), classifica os mastocitomas em cães em estágios de 0 a 4, considerando o tamanho do tumor primário e a presença de metástases em linfonodos regionais ou órgãos distantes. Este processo envolve análise citológica de linfonodos, mesmo os aparentemente normais, além dos exames de imagem já mencionados.

Tratamento e condutas terapêuticas da mastocitoma em cães

Cachorro com mastocitoma fazendo tratamento com medicamento

A abordagem terapêutica para o mastocitoma em cães varia conforme o grau histológico, localização e estadiamento do tumor. O tratamento adequado é fundamental para garantir a melhor qualidade de vida e prognóstico para o animal.

Cirurgia com margem de segurança

Para a maioria dos mastocitomas em cães a ressecção cirúrgica com margens adequadas é o tratamento de primeira escolha. O procedimento deve incluir margens laterais de 2 a 3 cm e uma camada de fáscia e um plano muscular como margem profunda, especialmente para tumores de maior grau.

Esta abordagem é frequentemente curativa para mastocitomas de grau I, enquanto tumores de grau II e III podem necessitar de terapias complementares.

A primeira intervenção cirúrgica oferece a maior chance de cura, pois os planos faciais ainda estão intactos. Para tumores com margens comprometidas após a primeira cirurgia, uma reintervenção para ampliação das margens pode ser necessária, sendo essencial o planejamento cuidadoso para reduzir complicações.

Quimioterapia e protocolos utilizados

A quimioterapia é indicada como terapia complementar nos casos de mastocitoma em cães de grau mais elevado, com margens cirúrgicas comprometidas ou metástases. Os protocolos variam conforme o quadro clínico, podendo incluir a combinação de diferentes agentes quimioterápicos administrados sob supervisão veterinária.

Em alguns casos, a quimioterapia também pode ser usada antes da cirurgia, com o objetivo de reduzir o tamanho do tumor e facilitar a remoção com margens adequadas.

Inibidores de tirosina-quinase

Os inibidores de tirosina-quinase representam uma importante inovação no tratamento do mastocitoma em cães, especialmente quando há mutações no gene c-Kit. Esses medicamentos atuam bloqueando os receptores responsáveis pela sinalização de crescimento celular, impedindo a proliferação descontrolada das células tumorais.

Um estudo publicado na Frontiers in Veterinary Science destaca que cães tratados com inibidores de tirosina‑quinase apresentaram melhor resposta global e sobrevida livre de progressão, especialmente em casos com mutação em c‑KIT, fortalecendo seu papel em tumores inoperáveis ou recorrentes.

Uso de anti-histamínicos e protetores gástricos

Nos casos de mastocitoma em cães, a liberação de histamina pelos mastócitos tumorais pode causar diversos efeitos colaterais, especialmente durante a manipulação do tumor. Por isso, o uso de medicamentos de suporte é fundamental.

Anti-histamínicos ajudam a reduzir o risco de reações adversas, enquanto protetores gástricos são indicados para prevenir úlceras causadas pelo excesso de ácido no estômago, decorrente da ação da histamina. Tudo deve ser prescrito e monitorado pelo médico veterinário responsável.

Quando indicar radioterapia

A radioterapia é recomendada em casos específicos: tumores inoperáveis, margens cirúrgicas comprometidas ou como tratamento pré-operatório para reduzir o tamanho do tumor. Também está indicada para o tratamento de metástases em linfonodos regionais.

O protocolo de fracionamento padrão (15 frações de 300cGy, cinco vezes por semana) tem demonstrado bons resultados, com remissão completa em alguns casos. A combinação de radioterapia com quimioterapia pode ser uma alternativa eficaz para tumores irressecáveis.

Principais cuidados da mastocitoma em cães

Cão com mastocitoma com sua tutora realizando acompanhamento com veterinário

O acompanhamento contínuo após o diagnóstico e tratamento do mastocitoma em cães é fundamental para garantir a recuperação completa e prevenir recidivas. O monitoramento rigoroso e sistemático representa um diferencial significativo no prognóstico a longo prazo desses pacientes.

Acompanhamento pós-tratamento

Nos casos de mastocitoma em cães, o manejo complementar pode incluir medicações para controlar reações inflamatórias e proteger o sistema gastrointestinal, sempre com orientação do médico veterinário. Esse acompanhamento clínico contínuo permite avaliar a resposta ao tratamento, monitorar possíveis efeitos colaterais e garantir o bem-estar do paciente por meio de reavaliações periódicas.

Importância das consultas regulares

A vigilância rigorosa dos sinais clínicos é essencial para detectar precocemente qualquer sinal de recorrência ou complicações. Além disso, a avaliação regular permite ajustes no protocolo terapêutico quando necessário, contribuindo significativamente para a manutenção da qualidade de vida do animal.

Exames periódicos para detecção precoce

O protocolo de acompanhamento geralmente inclui exames de imagem, hemogramas em cães e biópsias de novos nódulos. Em pacientes submetidos à quimioterapia, o acompanhamento clínico tornam-se imprescindíveis para avaliar a resposta ao tratamento e monitorar possíveis efeitos colaterais nas células sanguíneas. Eventualmente, o oncologista pode recomendar ultrassonografias e radiografias periódicas para verificar a ausência de metástases.

Como o oncologista define a melhor conduta

O papel do clínico, oncologista veterinário é de extrema importância para a detecção das neoplasias em suas fases iniciais. Baseado nos resultados dos exames periódicos, o especialista pode ajustar o plano de tratamento, seja mantendo a abordagem atual ou recomendando intervenções adicionais.

Após o término do tratamento principal, o acompanhamento oncológico pode ser realizado a cada quatro meses, incluindo exame clínico completo e exames complementares.

A ausência de alterações significativas nos exames de rotina é considerada um fator positivo, sugerindo que o mastocitoma em cães possa estar em remissão, aumentando as chances de um prognóstico favorável a longo prazo. A taxa de sobrevivência e o sucesso do tratamento estão diretamente relacionados ao diagnóstico precoce e ao acompanhamento adequado.

Duvidas frequentes sobre mastocitoma em cães

O mastocitoma em cães ainda gera muitas dúvidas entre os tutores, especialmente quando se trata dos sintomas, exames necessários, opções de tratamento e chances de recuperação. A informação correta é essencial para lidar com o diagnóstico e garantir o melhor cuidado possível ao seu pet.

Quais são os principais sintomas do mastocitoma em cães?

Os sintomas mais comuns incluem nódulos na pele que podem variar em tamanho e aparência, problemas gastrointestinais como vômitos e diarreia, e em casos mais avançados, perda de peso e letargia.

Qual é a expectativa de vida de um cão diagnosticado com mastocitoma?

A expectativa de vida varia conforme o grau do tumor e o tratamento realizado. Cães com mastocitomas de baixo grau, removidos cirurgicamente, podem ter uma sobrevida superior a dois anos. No entanto, tumores de alto grau têm prognóstico mais reservado.

Quais são as opções de tratamento disponíveis para mastocitoma em cães?

As principais opções de tratamento incluem cirurgia para remoção do tumor, quimioterapia, uso de inibidores de tirosina-quinase e, em alguns casos, radioterapia. O plano de tratamento é personalizado com base no grau e estágio do tumor.

Como é feito o diagnóstico do mastocitoma em cães?

O diagnóstico é realizado através de exames como citologia aspirativa por agulha fina (PAAF), biópsia para análise histopatológica, e exames de imagem como ultrassom e radiografia para avaliar a extensão da doença.

Existem raças de cães mais propensas a desenvolver mastocitoma?

Sim, algumas raças têm maior predisposição genética para desenvolver mastocitomas. Entre elas estão Boxer, Boston Terrier, Labrador Retriever, Golden Retriever, Shar-Pei e Bulldog Inglês.

Considerações finais sobre mastocitoma em cães

O mastocitoma em cães é uma neoplasia comum e potencialmente grave, que exige atenção desde os primeiros sinais. A identificação precoce, aliada a um diagnóstico preciso com exames como citologia e imagem, faz toda a diferença no sucesso do tratamento.

Cada caso deve ser avaliado individualmente, considerando o grau do tumor, seu estadiamento e o quadro clínico do animal. Com tratamento adequado e acompanhamento veterinário especializado, muitos cães com mastocitoma em cães conseguem manter qualidade de vida por longos períodos.

Manter-se atento a alterações na pele, comportamento ou sinais gastrointestinais é essencial. Ao menor sinal, busque avaliação profissional — agir no momento certo pode mudar o prognóstico do seu pet.

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