Index
A mastite canina é uma condição inflamatória que atinge as glândulas mamárias e pode evoluir com rapidez, principalmente em cadelas durante a lactação ou em estados hormonais como a pseudociese. Mesmo fêmeas que não estão amamentando podem ser afetadas, tornando o quadro ainda mais desafiador para tutores que desconhecem os sinais iniciais.
Geralmente, a mastite em cadela tem origem bacteriana, com microrganismos como Escherichia coli, Streptococcus e Staphylococcus invadindo os ductos mamários através de pequenas lesões ou pelo acúmulo de leite. Quando não tratada a tempo, essa inflamação compromete a saúde da fêmea, altera a qualidade do leite e representa riscos sérios para os filhotes.
Observar alterações nas mamas, mudanças de comportamento ou dificuldades na amamentação pode ser decisivo para evitar complicações maiores. A identificação precoce da mastite canina e o cuidado adequado ajudam a preservar a saúde da cadela e garantem segurança no desenvolvimento dos filhotes.
O que é mastite canina e por que ela é perigosa?

A mastite canina não é simplesmente uma inflamação comum. Trata-se de uma condição inflamatória específica que afeta as glândulas mamárias das cadelas, podendo surgir durante o período de lactação ou, embora menos frequentemente, durante casos de gravidez psicológica (pseudociese).
Inflamação das glândulas mamárias
A mastite em cadelas é resultado de um processo inflamatório que atinge uma ou mais glândulas mamárias, comprometendo sua função e, em muitos casos, afetando o bem-estar da fêmea e dos filhotes. Esse quadro pode surgir tanto em fêmeas lactantes quanto naquelas que passam por alterações hormonais, como na pseudociese.
O principal mecanismo de infecção ocorre quando o canal mamário permanece aberto após a amamentação, criando uma porta de entrada para microrganismos. De acordo com estudos veterinários, as bactérias mais frequentemente associadas a esta condição são Escherichia coli, Staphylococcus e Streptococcus.
Além das infecções bacterianas, outros fatores também aumentam o risco de mastite:
- Lesões nos mamilos provocadas por mordidas ou arranhões dos filhotes;
- Acúmulo de leite nos ductos, especialmente quando há desmame repentino;
- Ambientes mal higienizados, com umidade excessiva ou exposição a sujeiras.
A compreensão desse processo é essencial para que tutores estejam atentos aos primeiros sinais e adotem medidas de prevenção, garantindo mais saúde e conforto para a cadela em fases tão sensíveis do seu ciclo reprodutivo.
Diferença entre mastite clínica e subclínica
A mastite canina é classificada em duas formas principais, diferenciadas pela intensidade dos sinais e sintomas apresentados.
Na mastite subclínica, os sintomas são praticamente imperceptíveis na cadela, mas os efeitos são evidentes nos filhotes, que apresentam baixo ganho de peso e podem desenvolver problemas digestivos. Esta forma é particularmente perigosa porque, ao passar despercebida, pode evoluir para quadros mais graves.
Já a mastite clínica pode ser categorizada em leve, moderada e aguda, conforme a gravidade dos sintomas:
- Leve: apresenta apenas alterações no leite, como grumos ou traços de sangue;
- Moderada: além das alterações no leite, as mamas apresentam inchaço, vermelhidão e enrijecimento;
- Aguda: além dos sintomas anteriores, a cadela apresenta sinais sistêmicos como febre, depressão canina, fraqueza e anorexia.
Riscos para a cadela e os filhotes
Quando a mastite canina não é identificada e tratada com rapidez, o quadro pode evoluir de forma preocupante. O processo inflamatório nas glândulas mamárias pode se intensificar a ponto de causar infecção sistêmica (sepse), representando risco direto à vida da cadela.
Em estágios mais avançados, a inflamação pode comprometer o tecido mamário, levando à necrose e exigindo procedimentos cirúrgicos para remoção da glândula afetada. Casos assim também costumam apresentar formação de abcessos dolorosos, que precisam ser drenados sob supervisão veterinária.
Os filhotes, por sua vez, também sofrem as consequências. A mastite em cadela altera a qualidade e a quantidade do leite, o que compromete a nutrição dos recém-nascidos. Há ainda a possibilidade de contaminação do leite por toxinas bacterianas, situação conhecida como “síndrome do leite tóxico”, que pode desencadear sintomas como diarreia esverdeada, distensão abdominal e, em casos graves, infecções generalizadas.
Diante de sinais como inchaço nas mamas, alterações no leite ou rejeição à amamentação, o mais seguro é procurar orientação veterinária imediatamente. A intervenção precoce reduz os riscos para a cadela e preserva a saúde dos filhotes em um momento tão delicado da vida deles.
Principais causas mastite canina

Conhecer as causas da mastite canina é essencial para prevenir esta doença que afeta tantas cadelas. Diversas condições podem desencadear esta inflamação das glândulas mamárias, desde infecções até desequilíbrios hormonais.
Infecções bacterianas e fungos
As infecções bacterianas representam a causa mais comum da mastite em cadela. Estas ocorrem principalmente quando bactérias entram nas glândulas mamárias através de pequenas lesões nos mamilos ou pelo canal mamário que fica aberto após a amamentação. Este acesso permite que os microrganismos se multipliquem, destruam células e causem infecção.
Entre as bactérias mais frequentemente associadas à mastite canina, destacam-se:
- Staphylococcus aureus e Staphylococcus epidermidis
- Escherichia coli
- Streptococcus
Embora menos comuns, fungos, vírus e algas também foram identificados como agentes causadores da mastite. Entretanto, as bactérias continuam sendo os principais responsáveis pela inflamação das mamas em cadelas. O risco aumenta consideravelmente quando a fêmea está alojada em ambientes com pouca higiene, já que estes favorecem a proliferação bacteriana.
Pseudociese (gravidez psicológica)
A pseudociese, popularmente conhecida como gravidez psicológica, é uma condição comum em cadelas não castradas e ocorre devido a alterações hormonais naturais após o cio. Uma mastite clínica decorrente de pseudociese em cadela com inflamação mamária evidente, mesmo sem haver fecundação, o organismo da fêmea se comporta como se estivesse prenhe — especialmente pelo aumento da prolactina, hormônio responsável pela produção de leite.
Nessa fase, é frequente o surgimento de comportamentos típicos de gestação e preparo para a maternidade, como produção de leite e até o desenvolvimento das mamas. Quando essa produção acontece de forma intensa, o leite pode se acumular, endurecer e desencadear inflamações — abrindo caminho para infecções mamárias e, consequentemente, a mastite.
Como a pseudociese pode ocorrer diversas vezes ao longo da vida reprodutiva da cadela, ela se torna um fator de risco importante para o desenvolvimento da mastite canina, mesmo quando não há filhotes para amamentar. Por isso, entender e monitorar esse processo é essencial para prevenir complicações nas glândulas mamárias.
Traumas e lesões nas mamas
Os traumas nas glândulas mamárias constituem outra causa significativa da mastite canina. Estas lesões podem ocorrer por diversos motivos, desde contusões em superfícies rígidas até arranhões feitos pelas unhas dos filhotes durante a amamentação.
Ademais, quando os filhotes mamam com força excessiva, podem causar microlesões nos mamilos, criando portas de entrada para bactérias. O risco de infecção aumenta consideravelmente se estas lesões não forem tratadas adequadamente ou se a cadela estiver em um ambiente com condições precárias de higiene.
Relação da mastite canina com alergias e tumores mamários
A mastite canina também pode surgir como consequência indireta de problemas crônicos de pele ou alterações no tecido mamário. Cadelas que sofrem com dermatites alérgicas — muito comuns na espécie — apresentam coceira intensa e lesões cutâneas que aumentam o risco de infecção nas glândulas mamárias. Essas microlesões funcionam como portas de entrada para bactérias, favorecendo processos inflamatórios que podem evoluir para mastite.
Os tumores mamários, por sua vez, podem obstruir os ductos responsáveis pelo escoamento do leite e alterar a estrutura do tecido glandular. Esse bloqueio facilita o acúmulo de secreções, cria inflamações locais e torna a região mais vulnerável a infecções, elevando o risco de mastite canina mesmo em cadelas que não estão amamentando.
Identificar os fatores de risco é o primeiro passo para prevenir a mastite canina e proteger a saúde da sua cadela. Na Gold Lab Vet, você conta com atendimento veterinário especializado em reprodução e acompanhamento clínico completo para cada fase do ciclo hormonal, desde o cio até o pós-parto.
Sintomas e sinais de alerta da mastite canina

Reconhecer rapidamente os sinais da mastite canina pode fazer toda a diferença no tratamento e na recuperação da sua cadela. Esta condição progride rapidamente e, portanto, a observação atenta é fundamental para evitar complicações graves.
Alterações nas mamas: inchaço, calor, dor
Os primeiros indícios da mastite em cadela surgem diretamente nas glândulas mamárias afetadas. Em geral, apenas uma das mamas apresenta sintomas inicialmente, embora toda a cadeia mamária possa ser comprometida com o avanço da doença. Os sinais físicos mais evidentes incluem:
- Inchaço e aumento de volume nas mamas;
- Vermelhidão e elevação da temperatura local;
- Sensibilidade e dor durante a palpação;
- Endurecimento e consistência firme das glândulas.
Além disso, é comum observar alterações na secreção do leite, que pode apresentar coloração alterada, como marrom ou avermelhada, além de conter pequenas quantidades de pus e sangue. Este leite descolorido é um sinal importante que não deve ser ignorado.
Mudanças comportamentais da cadela
Quando uma cadela desenvolve mastite canina, seu comportamento costuma mudar consideravelmente. No início, você pode notar que ela demonstra desconforto ao amamentar, chegando a rejeitar seus filhotes por conta das dores nas mamas inflamadas. Outras alterações comportamentais incluem:
A perda de apetite é um sintoma frequente e, com isso, ocorre diminuição do consumo de alimentos. A cadela também apresenta apatia, letargia e, em casos mais graves, pode manifestar febre. É comum que ela evite deitar-se para não pressionar as mamas doloridas.
Em casos avançados, a mastite canina pode causar desidratação e anorexia, o que potencializa o quadro de fraqueza geral. Durante este período, muitas cadelas ficam chorosas, demonstrando claramente seu desconforto.
Sinais nos filhotes: perda de peso, diarreia
Os filhotes também fornecem pistas importantes sobre a presença da mastite canina, uma vez que a qualidade do leite materno influencia diretamente sua saúde.
Quando a mãe está com mastite, é comum que os filhotes:
- Não ganhem peso adequadamente (menos de 5% do peso do nascimento por dia);
- pareçam doentes;
- inquietos;
- chorem com frequência.
Em casos mais graves, eles podem desenvolver a “síndrome do leite tóxico”, devido às bactérias presentes no leite materno. Esta síndrome caracteriza-se por sintomas como diarreia esverdeada, vômitos e inchaço abdominal nos filhotes. Quando notados estes sinais, a separação temporária dos filhotes pode ser necessária, com alimentação alternativa administrada pelos tutores.
Evolução para quadros graves como gangrena
Se não tratada rapidamente, a mastite canina pode progredir para formas mais severas e perigosas. Esta evolução segue geralmente três estágios:
Na fase aguda, as mamas apresentam-se aumentadas, quentes e dolorosas, com secreção alterada e sintomas sistêmicos como febre canina e apatia. Quando não tratada adequadamente, a mastite aguda pode evoluir para a forma gangrenosa, caracterizada pela produção de pus e formação de abscessos.
Na mastite gangrenosa, as glândulas mamárias tornam-se ulceradas, necrosadas e com odor pútrido. A coloração avermelhada das mamas é substituída por tons mais escuros, até mesmo enegrecidos, sendo esta a forma mais agressiva da doença, aumentando consideravelmente o risco de inflamação generalizada e óbito do animal.
Finalmente, existe também a mastite crônica, consequência de casos agudos menos graves ou relacionada à neoplasia mamária. Nesta fase, as glândulas podem estar levemente inflamadas ou inchadas, apresentando consistência firme, aderências e retração do tecido.
Exames essenciais para diagnósticos da mastite canina

O diagnóstico preciso da mastite canina depende de exames específicos que ajudam a determinar a gravidade da condição e o tratamento mais adequado. Após a anamnese completa e o exame físico detalhado, o médico veterinário pode solicitar diversos exames complementares para confirmar o diagnóstico.
Importância do hemograma veterinário
O exame hemograma canino é fundamental no diagnóstico da mastite em cadela, pois permite identificar alterações sanguíneas características de processos infecciosos. Através deste exame, é possível detectar:
- Aumento no número de células inflamatórias, principalmente leucócitos;
- Presença de leucocitose com desvio à esquerda em casos graves;
- Alterações nas plaquetas que indicam infecção generalizada.
Em casos de mastite por Clostridium perfringens, por exemplo, o hemograma pode revelar leucocitose diretamente relacionada ao processo infeccioso. Este exame também ajuda a monitorar a resposta ao tratamento, sendo essencial para o acompanhamento do quadro clínico do animal.
Quando solicitar o ultrassom veterinário
O exame ultrassom em cães é particularmente útil para avaliar a extensão da inflamação nas glândulas mamárias. Nos casos de mastite canina, este exame permite:
- Visualizar alterações nas áreas das glândulas mamárias;
- Identificar abscessos, formação de gás e edema no tecido mamário;
- Diferenciar mastite de outras condições como galactostase.
Durante o exame de ultrassom, o parênquima mamário saudável aparece ecoico, enquanto nas cadelas com mastite torna-se hiperecoico. Estas alterações na ecogenicidade e no fluxo sanguíneo são sinais importantes que ajudam no diagnóstico preciso da condição.
Função do ecocardiograma em casos avançados
Em casos avançados de mastite em cadela, quando há suspeita de comprometimento cardíaco devido à infecção sistêmica, o exame ecocardiograma canino pode ser solicitado. Este exame ajuda a:
- Avaliar o impacto da infecção no sistema cardiovascular;
- Monitorar complicações em casos de sepse ou infecção generalizada;
- Guiar ajustes no tratamento quando há comprometimento cardíaco.
Cultura e antibiograma para escolha do antibiótico ideal
Exame de cultura e antibiograma em cães, é essencial para o tratamento eficaz da mastite canina. Este procedimento permite:
- Identificar precisamente a bactéria causadora da infecção;
- Determinar a sensibilidade do microrganismo a diferentes antibióticos;
- Guiar a escolha do antibiótico mais adequado, reduzindo riscos de resistência.
Acompanhamento com médico veterinário é essencial
O acompanhamento profissional regular é indispensável tanto no diagnóstico quanto no tratamento da mastite em cadela. O médico veterinário:
- Interpreta corretamente os resultados dos exames.
- Ajusta o tratamento conforme a evolução do quadro clínico;
- Monitora a saúde dos filhotes, quando aplicável;
- Orienta sobre cuidados específicos durante a recuperação.
A avaliação clínica precisa e o suporte diagnóstico são fundamentais para agir com rapidez e segurança. A Gold Lab Vet realiza consultas com especialistas e dispõe de exames laboratoriais canino e exame de imagem veterinária avançados, oferecendo suporte completo para diagnóstico da mastite canina e acompanhamento eficaz da sua cadela.
Tratamentos e cuidados da mastite canina

O tratamento imediato da mastite canina é crucial para evitar complicações graves. Quando diagnosticada precocemente, as chances de recuperação completa são significativamente maiores.
Uso de antibióticos e anti-inflamatórios
O tratamento medicamentoso da mastite em cadela geralmente inclui antibióticos de amplo espectro por 2-3 semanas. A escolha do antibiótico ideal deve basear-se nos resultados da cultura e antibiograma.
Compressas mornas e alívio da dor
Aplique compressas mornas na área afetada pelo menos duas vezes ao dia para reduzir o inchaço e proporcionar alívio. Além disso, massagens suaves nas glândulas mamárias estimulam a circulação e facilitam a drenagem do leite acumulado. Durante o tratamento, é fundamental manter rigorosa higiene das mamas para evitar reinfecção.
Quando separar os filhotes da mãe
Os filhotes devem ser separados quando várias glândulas estiverem afetadas, se o medicamento administrado for contraindicado para recém-nascidos ou se a cadela estiver gravemente doente. Nestes casos, alimentação com mamadeira torna-se necessária para garantir a nutrição adequada dos filhotes.
Casos que exigem cirurgia (mastectomia)
A cirurgia é indicada quando há formação de abcessos grandes, necrose tecidual (gangrena) ou suspeita de tumor. A mastectomia (remoção da glândula mamária) é realizada em centro cirúrgico com anestesia e monitoramento constante. No pós-operatório, o uso de roupa cirúrgica e colar elisabetano é essencial.
Tempo médio de recuperação
Com tratamento adequado, o quadro clínico geralmente melhora em 2–3 semanas, conforme descrito pelo VCA Veterinary Hospitals. Durante a recuperação, mantenha sua cadela bem hidratada e ofereça alimentação de alta qualidade. O repouso é fundamental para garantir a cicatrização completa e evitar complicações.
O sucesso do tratamento da mastite canina depende de cuidados contínuos e da condução clínica adequada. A equipe da Gold Lab Vet oferece suporte integral, com consultas veterinárias, monitoramento da evolução do quadro e ajustes terapêuticos individualizados, garantindo bem-estar e recuperação segura para sua cadela.
Perguntas frequentes sobre mastite canina
Quando surgem os primeiros sinais de mastite canina, é comum o tutor se deparar com inchaço, rejeição à amamentação e muitas incertezas. Cada cadela pode reagir de forma diferente, e entender melhor a situação ajuda a tomar decisões rápidas e cuidar da saúde dela com mais confiança.
Como identificar os primeiros sinais de mastite em cadelas?
Os primeiros sinais incluem inchaço, vermelhidão e aumento da temperatura nas mamas afetadas, além de alterações no comportamento da cadela, como desconforto ao amamentar e perda de apetite.
Quais exames são necessários para diagnosticar a mastite canina?
O hemograma veterinário é fundamental para detectar infecções, enquanto o ultrassom ajuda a avaliar a extensão da inflamação nas glândulas mamárias. A cultura e antibiograma são essenciais para identificar o agente causador e determinar o antibiótico mais eficaz.
Como tratar a mastite em cadelas em casa?
Embora o tratamento deva ser orientado por um veterinário, em casa pode-se aplicar compressas mornas nas áreas afetadas duas vezes ao dia para reduzir o inchaço e aliviar a dor. Manter uma rigorosa higiene das mamas também é crucial para prevenir reinfecções.
Quando é necessário separar os filhotes da mãe com mastite?
A separação dos filhotes é recomendada quando várias glândulas mamárias estão afetadas, se o medicamento prescrito for contraindicado para recém-nascidos, ou se a cadela estiver gravemente doente. Nestes casos, a alimentação com mamadeira torna-se necessária.
Qual é o tempo médio de recuperação da mastite canina?
Com tratamento adequado, a melhora do quadro clínico geralmente ocorre em 2 a 3 semanas. Durante este período, é importante manter a cadela bem hidratada, oferecer alimentação de alta qualidade e garantir repouso para uma recuperação completa.
Considerações finais sobre mastite canina
A mastite canina é uma inflamação que costuma se manifestar com inchaço, dor e calor nas mamas, mas pode evoluir rapidamente se não for tratada. Observar esses sinais logo no início permite agir a tempo e evitar complicações que colocam em risco a saúde da cadela e de seus filhotes.
Mesmo cadelas que não estão amamentando podem apresentar sintomas, como rejeição à amamentação, apatia ou alterações no leite. A mastite em cadela compromete não só o bem-estar da mãe, mas também a nutrição e o desenvolvimento adequado dos filhotes.
O acompanhamento veterinário é fundamental em todas as fases, especialmente quando surgem mudanças no comportamento, desconforto ao toque ou secreções anormais. Esse cuidado contínuo ajuda a garantir uma recuperação mais rápida e segura.
Adotar medidas preventivas no dia a dia, como manter a higiene das mamas e observar sinais discretos, faz toda a diferença. Com atenção e cuidado, é possível proteger sua cadela dos impactos da mastite canina e oferecer a ela mais qualidade de vida.







