Glaucoma em cachorro: 5 sintomas silenciosos que ameaçam a visão do seu pet | Gold Lab Vet

Glaucoma em cachorro: 5 sintomas silenciosos que ameaçam a visão do seu pet

Glaucoma em cachorro é uma condição que gera dor e desconforto ao pet
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O glaucoma em cachorro é uma das principais causas que podem levar à cegueira canina. Esta condição ocular grave acontece devido ao aumento da pressão intraocular, causando danos às estruturas nervosas dos olhos. Infelizmente, cerca de 40% dos cães diagnosticados com glaucoma podem perder a visão permanentemente.

Este problema é considerado uma emergência ocular e afeta animais de todas as idades, sexos e raças. Além disso, cachorros com glaucoma frequentemente sentem dor significativa, tornando essencial buscar tratamento veterinário adequado para aliviar o desconforto. Embora não tenha cura, existem opções de tratamento disponíveis para controlar os sintomas e preservar a visão do seu pet.

O diagnóstico precoce é fundamental para evitar sequelas graves e garantir o bem-estar do seu cão. Por isso, ao notar qualquer alteração nos olhos do seu pet, é importante consultar um oftalmologista veterinário especializado

O que é o glaucoma em cachorro?

Cachorro deitado com olhar triste por causa do glaucoma

O glaucoma em cachorro é uma doença ocular grave caracterizada pela degeneração de estruturas nervosas dos olhos, que pode levar à perda progressiva da visão. Este problema afeta aproximadamente 0,5% da população canina, sendo uma das causas mais comuns de cegueira em cães. A condição ocorre quando há um aumento anormal da pressão intraocular (PIO), causando lesões degenerativas na retina e no nervo óptico.

Atualmente, entende-se que o glaucoma em cães refere-se a um grupo de enfermidades caracterizadas pela perda progressiva da sensibilidade e da função, seguida de morte das células ganglionares da retina, perda de axônios do nervo óptico, escavação da cabeça do nervo óptico, redução progressiva dos campos visuais e, finalmente, perda da visão.

Como o humor aquoso afeta a pressão ocular

O humor aquoso é um líquido incolor composto por água, sais, proteínas e outros nutrientes que desempenha papel fundamental na manutenção da forma, do metabolismo e da função óptica do globo ocular. Este fluido é produzido diariamente pelo corpo ciliar e, depois, eliminado através de um sistema de drenagem específico.

Em um olho saudável de um cão, o fluxo do humor aquoso gera uma pressão intraocular de aproximadamente 15 mmHg, necessária para manter a forma e as propriedades ópticas adequadas do olho. O equilíbrio entre a produção e a drenagem deste líquido mantém a PIO dentro da faixa normal, que varia de 15 a 20 mmHg.

No entanto, quando ocorre uma deficiência neste sistema, seja por excesso de produção ou por dificuldade na drenagem do humor aquoso, a pressão intraocular aumenta.

Basicamente, o glaucoma em cachorro é causado por esta alteração no fluxo normal do humor aquoso. Com a pressão aumentada, o fluxo sanguíneo é comprometido, causando danos estruturais aos olhos.

Por que o glaucoma em cachorro é considerado uma emergência oftalmológica?

O glaucoma em cachorro é considerado uma emergência oftalmológica por vários motivos. Primeiramente, a elevação da pressão intraocular pode causar danos irreversíveis ao nervo óptico em questão de horas, como explica a Cornell University College of Veterinary Medicine. Mesmo em humanos, a perda da visão é ocorrência comum, especialmente quando o diagnóstico é tardio.

Um cachorro com esta condição frequentemente tem os primeiros sinais ignorados pelos tutores, o que dificulta o sucesso do tratamento. Na maioria das vezes, os indicativos da doença só são notados quando a PIO já se encontra muito elevada, resultando em sinais mais evidentes como vasos episclerais ingurgitados e hiperemia conjuntival (olho vermelho).

A dor também é um sinal importante e pode ser expressa pelo animal ao esfregar os olhos contra o solo ou com as patas. É fundamental que tutores de cachorros com glaucoma busquem atendimento especializado imediatamente ao notarem qualquer alteração nos olhos de seus pets.

Principais causas do glaucoma em cachorros

Cão deitado com olhos vermelhos, sintoma do glaucoma em cachorro

Entender as causas do glaucoma em cachorro é fundamental para prevenir e tratar adequadamente esta condição grave. Conhecer os diferentes tipos e fatores que contribuem para seu desenvolvimento pode ajudar a identificar precocemente sinais de alerta.

Glaucoma primário: origem genética

O glaucoma primário tem origem hereditária e geralmente ocorre nos dois olhos simultaneamente. Neste caso, o cachorro nasce com anormalidades anatômicas que comprometem a drenagem adequada do humor aquoso, causando o aumento da pressão intraocular.

Estas deformidades geralmente estão relacionadas à formação anormal do ângulo de drenagem da câmara anterior do olho. Quando o animal nasce com goniodisgenesia (desenvolvimento anormal do ângulo de drenagem), há impedimento da saída normal do humor aquoso pela zona do trabeculado e pelas vias não convencionais.

O glaucoma primário não tem associação consistente com outras alterações oculares prévias ou doenças sistêmicas, sendo tipicamente bilateral e com forte predisposição racial, o que confirma sua base genética.

Glaucoma secundário: traumas, inflamações e doenças oculares

Em contraste com o tipo primário, o glaucoma secundário desenvolve-se como consequência de outras condições que impedem a drenagem normal do humor aquoso. A elevação da pressão intraocular ocorre devido a doenças pré-existentes ou concorrentes.

Entre as principais causas do glaucoma secundário estão:

  • Traumas oculares: ferimentos na região dos olhos podem causar inflamações que comprometem a drenagem do humor aquoso. Lesões como perfurações, luxações de lente e hemorragias podem obstruir o sistema de drenagem;
  • Inflamações oculares: uveítes (inflamação da úvea) e outras inflamações intraoculares podem ser secundárias a doenças sistêmicas como erliquiose em cães. A inflamação crônica dos tecidos oculares afeta a drenagem adequada do humor aquoso;
  • Cataratas avançadas: esta condição pode alterar o metabolismo ocular e contribuir para o desenvolvimento do glaucoma. O aumento da PIO também pode resultar na formação de catarata em cachorro, criando um ciclo problemático;
  • Luxação ou subluxação da lente: o deslocamento do cristalino é uma das causas mais comuns de glaucoma secundário. Quando a lente se desloca, pode bloquear mecanicamente a drenagem do humor aquoso;
  • Tumores intraoculares: neoplasias podem obstruir fisicamente as vias de drenagem. Tumores como melanoma uveal e adenocarcinoma do corpo ciliar podem bloquear a saída do humor aquoso.

Fatores de risco: idade, pressão arterial e uso de medicamentos

Além das causas diretas, existem fatores que aumentam a probabilidade de desenvolvimento do glaucoma em cachorro. Estes incluem:

  • Idade: cães mais velhos tendem a apresentar maior incidência de glaucoma;
  • Pressão sanguínea: níveis elevados de pressão arterial podem contribuir para o aumento da pressão intraocular;
  • Uso contínuo de fármacos: alguns medicamentos podem influenciar no metabolismo do humor aquoso;
  • Doenças sistêmicas: condições como diabetes mellitus, hipertireoidismo e doenças metabólicas podem afetar a regulação da pressão intraocular.

Raças com maior predisposição

Certas raças têm predisposição genética para desenvolver glaucoma em cachorro, principalmente do tipo primário. Algumas das raças mais suscetíveis incluem:

  • Basset Hound (glaucoma de ângulo estreito a fechado);
  • Beagle (glaucoma de ângulo aberto);
  • Cocker Spaniel Americano (glaucoma de ângulo estreito a fechado);
  • Shar Pei (glaucoma de ângulo aberto);
  • Poodle;
  • Chihuahua;
  • Schnauzer Gigante;
  • Samoieda (glaucoma de ângulo estreito a fechado);
  • Husky Siberiano;
  • Bouvier des Flandres;
  • Maltês;
  • Pastor Alemão.

No Gold Lab Vet, com unidades na Zona Leste (Tatuapé) e Zona Sul (Jabaquara) de São Paulo, realizamos exames específicos para detecção precoce do glaucoma em cachorro, especialmente para as raças com maior predisposição. É fundamental manter acompanhamento regular, principalmente se seu pet pertence a alguma das raças mencionadas ou apresenta fatores de risco.

Sintomas e sinais do glaucoma em cachorro

Olhos vermelhos são sinais e sintomas de glaucoma em cachorro

Reconhecer os sintomas do glaucoma em cachorro é essencial para buscar atendimento veterinário rapidamente e aumentar as chances de preservar a visão do seu pet.

Sinais iniciais: olhos vermelhos, pupilas dilatadas

Nos estágios iniciais do glaucoma em cachorro, alguns sinais sutis podem ser observados. A vermelhidão nos olhos é um dos primeiros sintomas visíveis, resultando da dilatação dos vasos sanguíneos na superfície ocular devido ao aumento da pressão intraocular. Essa alteração geralmente vem acompanhada de um aspecto brilhante nos olhos.

Outro sinal importante é a dilatação das pupilas, que podem parecer maiores que o normal e não responder adequadamente à luz. Esta mudança ocorre porque o aumento da pressão intraocular afeta o funcionamento dos músculos oculares responsáveis pela contração e dilatação pupilares.

O lacrimejamento excessivo também pode indicar glaucoma em cães, assim como a presença de uma mancha opaca na córnea. Nesta fase, é comum que o pet demonstre desconforto esfregando os olhos com as patas ou contra superfícies como o chão, tentando aliviar a irritação.

Sinais avançados: aumento do globo ocular, dor e cegueira

O aumento do globo ocular (exoftalmia) é um sintoma característico do glaucoma em cachorro em estágio avançado, causado pela pressão elevada que gera o rompimento das fibras de colágeno da esclera.

A dor ocular intensa é outro sintoma preocupante. O cachorro com glaucoma pode manifestar isso através de comportamentos como passar constantemente as patas nos olhos, evitar toques na região ou apresentar hiperatividade e irritação devido ao desconforto. A córnea pode adquirir uma coloração azulada ou nebulosa, e o pet pode apresentar tremores palpebrais.

Em casos graves, ocorre dor crônica e, finalmente, cegueira irreversível. Neste estágio, podem acontecer danos permanentes ao nervo óptico e deslocamento de retina.

Mudanças comportamentais e sensibilidade à luz

Além dos sintomas físicos, o glaucoma em cachorro provoca alterações comportamentais significativas. A sensibilidade à luz (fotofobia) é comum, fazendo com que o animal evite ambientes claros e pisque excessivamente quando exposto à luminosidade.

Os cães afetados podem mostrar-se mais quietos, deprimidos ou abatidos. A dor e o desconforto podem causar perda de apetite e até mesmo vômitos frequentes. Devido à visão comprometida, o pet pode ficar desorientado, esbarrando em móveis e paredes ou tendo dificuldade para reconhecer objetos e pessoas familiares.

Diagnóstico e exames essenciais para identificar glaucoma em cães

Cachorro fazendo exame de vista com veterinária para diagnostico de glaucoma

Para confirmar o diagnóstico do glaucoma em cachorro, o oftalmologista veterinário utiliza diversos exames específicos que avaliam as estruturas oculares e medem parâmetros importantes. A identificação precoce da doença é fundamental para iniciar o tratamento adequado e preservar a visão do seu pet.

Tonometria: medição da pressão intraocular

A tonometria é o procedimento utilizado para medir a pressão intraocular (PIO). Este exame é essencial não apenas para o diagnóstico do glaucoma em cães, mas também para monitorar a eficácia do tratamento. Os valores normais da PIO em cães variam entre 10 e 20 mmHg.

Existem diferentes tipos de tonômetro, cada um com suas particularidades:

A tonometria de aplanação determina a pressão necessária para aplanar uma área específica da córnea. O Tonopen é amplamente utilizado na medicina veterinária por ser prático e não depender do posicionamento do animal. O exame é rápido e requer apenas a aplicação de colírio anestésico.

Já a tonometria de rebote utiliza uma pequena sonda que é projetada em direção à córnea, não necessitando de anestesia tópica prévia.

Gonioscopia: avaliação do ângulo de drenagem

A gonioscopia avalia o ângulo iridocorneano da câmara anterior do olho, local onde ocorre a drenagem do humor aquoso. Este exame é crucial para diferenciar os tipos de glaucoma e determinar a causa específica da doença.

Durante o procedimento, o veterinário utiliza uma lente especial que, em contato com a córnea do cachorro com glaucoma, permite visualizar até 360° do ângulo da câmara anterior. A gonioscopia também auxilia na identificação de predisposição ao glaucoma, especialmente em raças com maior risco.

Oftalmoscopia: análise do fundo do olho

A oftalmoscopia permite examinar o fundo do olho, avaliando especificamente o nervo óptico, os vasos retinianos e a retina. Este exame pode revelar alterações como hiperreflexia da área tapetal, atenuação dos vasos sanguíneos e escavamento do disco óptico, todas indicativas de danos causados pelo glaucoma em cachorro.

Existem duas modalidades: a oftalmoscopia direta, que proporciona maior detalhamento de pequenas áreas, e a indireta, que oferece uma visão mais ampla da retina. Para a realização deste exame, geralmente é necessária a dilatação das pupilas do animal.

Importância do histórico clínico e exames complementares

Além dos exames específicos, o histórico clínico completo do pet é fundamental para o diagnóstico preciso. Informações sobre a raça, idade, histórico familiar de glaucoma e presença de outras doenças oculares são cruciais para a avaliação.

Exames complementares como ultrassonografia ocular e eletrorretinografia também podem ser necessários, especialmente em casos complexos. A ultrassonografia é particularmente útil quando há opacificações que impedem a visualização direta das estruturas internas do olho.

No Gold Lab Vet, com unidades na Zona Leste (Tatuapé) e Zona Sul (Jabaquara) de São Paulo, realizamos todos estes exames com equipamentos modernos e profissionais especializados em oftalmologia veterinária, garantindo o diagnóstico preciso do glaucoma em cachorro.

Tratamentos e cuidados para cachorro com glaucoma

Cachorro com glaucoma fazendo tratamento com colírio

O tratamento imediato do glaucoma em cachorro é crucial após o diagnóstico, pois esta condição pode causar danos irreversíveis em pouco tempo. O objetivo principal é reduzir a pressão intraocular (PIO), controlar a dor e preservar a visão do animal, quando possível.

Uso de colírios e medicamentos sistêmicos

O primeiro passo no tratamento do glaucoma em cachorro geralmente envolve o uso de medicamentos tópicos e sistêmicos. Os colírios são fundamentais para reduzir a PIO e podem funcionar de duas maneiras: diminuindo a produção do humor aquoso ou aumentando sua drenagem. Além disso, anti-inflamatórios e analgésicos podem ser prescritos para aliviar a dor e reduzir inflamações.

Para o cachorro com glaucoma, é essencial seguir rigorosamente as orientações do oftalmologista veterinário quanto à frequência e modo de aplicação dos colírios. Em alguns casos, a combinação de diferentes medicamentos pode ser necessária para obter resultados eficazes.

Cirurgias e tratamentos a laser

A ciclofotocoagulação a laser é uma técnica bastante utilizada, que reduz a produção do humor aquoso ao atuar no corpo ciliar do olho. Novas abordagens terapêuticas estão sendo estudadas, como mostra este artigo da PubMed Central sobre o futuro das terapias para glaucoma canino.

Outras técnicas cirúrgicas incluem procedimentos filtrantes com implantação de dispositivos que facilitam a drenagem do humor aquoso. Em casos específicos, o veterinário pode recomendar a crioterapia como alternativa ao laser.

Casos graves: remoção do olho para alívio da dor

Em situações extremas, principalmente quando o glaucoma em cães já causou cegueira irreversível e dor crônica, a enucleação (remoção do olho) pode ser indicada. Embora possa parecer uma medida drástica, este procedimento alivia significativamente o sofrimento do animal, sendo comparável à dor de uma enxaqueca crônica.

Após a cirurgia, a maioria dos animais retorna para casa no mesmo dia, com prescrição de analgésicos para os primeiros dias de recuperação. Muitos tutores relatam melhora comportamental em seus pets dentro de 24 horas após o procedimento.

Acompanhamento contínuo com oftalmologista veterinário

Qualquer cachorro com glaucoma necessita de acompanhamento veterinário periódico, independentemente do tratamento escolhido. Consultas regulares permitem monitorar a PIO e avaliar a eficácia do tratamento, fazendo ajustes quando necessário.

No Gold Lab Vet, com unidades na Zona Leste (Tatuapé) e Zona Sul (Jabaquara) de São Paulo, oferecemos acompanhamento especializado para monitoramento da PIO e avaliação da progressão da doença, garantindo a melhor qualidade de vida possível para seu companheiro.

Dúvidas frequentes sobre glaucoma em cachorro

Se você tem dúvidas sobre glaucoma em cachorro, esta seção pode ajudar. Entender a doença é fundamental para agir a tempo e preservar a visão do seu pet.

Como posso cuidar do meu cão com glaucoma?

O cuidado inclui administrar medicamentos prescritos pelo veterinário, como colírios para reduzir a pressão intraocular, e fazer acompanhamento regular com um oftalmologista veterinário. É importante seguir rigorosamente o tratamento e estar atento a quaisquer mudanças nos olhos ou no comportamento do animal.

Quais são as opções de tratamento disponíveis para cães com glaucoma?

As opções de tratamento incluem medicamentos tópicos (colírios) e sistêmicos para reduzir a pressão intraocular, procedimentos a laser como ciclofotocoagulação, cirurgias para melhorar a drenagem do humor aquoso e, em casos graves, a remoção do olho afetado para aliviar a dor.

É possível prevenir o glaucoma em cachorro?

Embora não seja possível prevenir completamente o glaucoma, especialmente em raças predispostas, exames regulares com um oftalmologista veterinário podem ajudar na detecção precoce. Para cães com maior risco, o veterinário pode recomendar medidas preventivas específicas.

Quais são os primeiros sinais de glaucoma em cães que devo observar?

Os primeiros sinais incluem olhos vermelhos, pupilas dilatadas, lacrimejamento excessivo e desconforto ocular. O cão pode esfregar os olhos com as patas ou contra superfícies. Qualquer alteração na aparência ou comportamento relacionado aos olhos merece atenção imediata.

O glaucoma em cachorro tem cura?

O glaucoma em cães não tem cura, mas pode ser controlado com tratamento adequado. O objetivo é reduzir a pressão intraocular, aliviar a dor e preservar a visão quando possível. Com diagnóstico precoce e tratamento contínuo, muitos cães podem manter uma boa qualidade de vida.

Considerações finais sobre glaucoma em cachorro

O glaucoma em cachorro representa uma condição ocular grave que exige atenção imediata. Esta doença pode progredir rapidamente, causando danos irreversíveis ao nervo óptico e levando à cegueira permanente.

A compreensão dos fatores de risco, especialmente a predisposição racial, ajuda tutores atentos a monitorarem seus animais com maior cuidado. Além disso, o reconhecimento dos primeiros sinais, como olhos vermelhos e pupilas dilatadas, permite uma intervenção rápida antes que o quadro se agrave.

Os exames específicos realizados pelo oftalmologista veterinário, principalmente a tonometria para medição da pressão intraocular, são fundamentais para um diagnóstico preciso. Consequentemente, o tratamento adequado pode ser iniciado o quanto antes, seja por meio de colírios, procedimentos a laser ou, em casos mais graves, intervenções cirúrgicas.

Embora o cachorro com glaucoma possa enfrentar desafios significativos, a qualidade de vida pode ser preservada com acompanhamento veterinário regular. Assim, visitas periódicas ao especialista permitem ajustes no tratamento e controle eficaz da pressão intraocular.

A detecção e o tratamento do glaucoma em cachorro podem fazer a diferença entre preservar ou perder a visão do seu animal. Diante disso, nunca hesite em buscar ajuda especializada quando notar sinais como desconforto ocular, olhos avermelhados ou comportamentos incomuns relacionados à visão do seu pet.

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Uma resposta

  1. Li toda a matéria e juro, chorei muito,um misto de raiva por achar injusto sou pobre e minha vida até agora sempre tive cães e gatos, nossa que triste não ter condições pra cuidar melhor dos meus patudos.

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