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A catarata em cachorro é uma das doenças oculares mais comuns em cães, especialmente em animais seniores. Diferente do que muitos tutores imaginam, o cachorro com catarata pode ter sua visão restaurada com o tratamento adequado. A cirurgia para remoção do cristalino apresenta impressionantes 90-95% de casos de sucesso e é atualmente o único tratamento eficaz para curar o problema.
É importante saber que a catarata em cachorro se manifesta principalmente em animais de idade avançada, sendo bastante rara em gatos. Algumas raças como Yorkshire, Cocker Spaniel, Golden Retriever, Pastor Alemão e Schnauzer são mais propensas a apresentarem esta condição em sua forma hereditária.
Por isso, é fundamental contar com serviços oftalmológicos veterinários de alta qualidade e tecnologia para o diagnóstico precoce e tratamento adequado. Sempre que sentir que o seu pet está apresentando sintomas anormais nos olhos, é de suma importância que você procure por um médico especialista.
Existem diversas doenças que podem acometer os olhos dos pets, e muitas delas já possuem tratamentos altamente eficazes que, quando diagnosticadas com antecedência, podem salvar a visão do seu animal de estimação.
O que é catarata em cachorro?

A catarata em cachorro caracteriza-se principalmente pela opacificação do cristalino, que passa a bloquear a passagem adequada da luz até a retina. Esse bloqueio resulta em uma visão embaçada e, em casos mais avançados, pode levar à cegueira completa.
Como a catarata afeta a visão do cão
Quando um cachorro com catarata tenta enxergar, é como se estivesse olhando através de uma janela embaçada ou suja. No início da doença, o animal pode apresentar apenas dificuldade para enxergar em ambientes com pouca luz.
Os cães com catarata em estágio avançado começam a demonstrar sinais claros de dificuldade visual:
- Esbarrar em móveis ou objetos pela casa;
- Ficar mais tempo parado, evitando se movimentar;
- Dificuldade para reconhecer pessoas à distância;
- Comportamento mais inseguro ou desorientado.
A progressão da catarata em cachorro varia de acordo com a causa subjacente. Em alguns casos, a perda visual é gradual, enquanto em outros, especialmente quando associada a doenças como diabetes, pode evoluir rapidamente.
Diferença entre catarata e esclerose nuclear
Uma dúvida comum entre tutores é a diferença entre catarata e esclerose nuclear, já que ambas causam alteração na aparência dos olhos. A esclerose nuclear é uma condição normal que ocorre em cães com mais de 6 anos de idade e caracteriza-se pelo enrijecimento do núcleo do cristalino.
Diferentemente da catarata, a esclerose nuclear:
- Não compromete significativamente a visão do animal;
- É uma alteração natural do envelhecimento;
- Permite que o fundo do olho seja visualizado durante o exame oftalmológico.
Já na catarata, o cristalino torna-se opaco (esbranquiçado ou amarelado), impedindo a visualização do fundo do olho durante o exame. Esta distinção é fundamental para o diagnóstico correto e só pode ser feita adequadamente por um oftalmologista veterinário especializado.
Raças mais propensas à catarata
Algumas raças de cães apresentam maior predisposição genética para desenvolver catarata. Entre as principais raças com maior risco estão:
- Poodle;
- Cocker Spaniel (Americano e Inglês);
- Schnauzer Miniatura;
- Labrador e Golden Retriever;
- Yorkshire Terrier;
- Husky Siberiano;
- West Highland White Terrier;
- Afghan Hound.
Segundo estudos, aproximadamente 50% dos cães podem apresentar catarata dependendo de sua expectativa de vida. Nos casos de predisposição genética, a catarata é geralmente bilateral (afeta os dois olhos) e segue um padrão de transmissão recessiva.
A catarata em cachorro pode ter diversas causas além da genética, incluindo traumas, inflamações oculares, diabetes, toxinas e o próprio processo natural de envelhecimento.
Fale com seu veterinário para avaliar a necessidade de exames oftalmológicos ou até mesmo uma consulta oftalmológica com os especialistas no Gold Lab Vet.
Principais causas da catarata em cachorro

A catarata em cachorro pode surgir por diversos fatores e em qualquer fase da vida do animal. Conhecer essas causas é fundamental para identificar precocemente o problema e buscar o tratamento adequado com seu veterinário de confiança.
Catarata congênita
A catarata congênita está presente desde o nascimento do animal, sendo possível observar a opacidade do cristalino em filhotes recém-nascidos. Esta condição ocorre principalmente devido a infecções contraídas pela mãe durante a gestação, que afetam o desenvolvimento normal dos olhos do filhote.
Os distúrbios congênitos, apesar de raros em comparação com outras patologias oculares, precisam ser diagnosticados e tratados com precisão de acordo com as necessidades específicas de cada animal. Em muitos casos, a catarata congênita afeta o núcleo do cristalino e, geralmente, não causa déficits visuais significativos.
Catarata hereditária
A catarata hereditária é uma das causas mais comuns da doença em cães, com caráter genético transmitido de pais para filhotes. Esta forma de catarata atinge diferentes raças e idades, tendo um padrão de transmissão tipicamente recessivo e afetando, na maioria das vezes, ambos os olhos.
Entre as raças com maior predisposição genética para desenvolver catarata hereditária, destacam-se:
- Poodle (especialmente Toy e Miniatura);
- Cocker Spaniel Americano;
- Schnauzer Miniatura;
- Labrador e Golden Retriever;
- Husky Siberiano;
- West Highland White Terrier;
- Afghan Hound;
- Yorkshire Terrier.
Por ser hereditária, criadores responsáveis costumam castrar os animais portadores desse gene para evitar a transmissão da doença aos descendentes. Além disso, a catarata hereditária geralmente é bilateral, mas raramente apresenta simetria quanto ao desenvolvimento nos dois olhos.
Catarata adquirida: diabetes, traumas e inflamações
A catarata adquirida surge ao longo da vida do animal devido a diversos fatores, sendo a diabetes uma das causas mais significativas. Aproximadamente 66% dos cães com diabetes mellitus já apresentam catarata no momento do diagnóstico, com maior incidência nas raças Poodle e Schnauzer.
Nos cachorros com catarata diabética, o processo ocorre porque:
- A maior concentração de glicose no sangue resulta em maior difusão para o cristalino;
- A glicose em excesso segue uma via metabólica alternativa chamada “via dos polióis”;
- Este processo causa influxo de água no cristalino;
- A água provoca quebra das fibras da lente e ruptura da estrutura normal.
O desenvolvimento da catarata em cachorro diabético ocorre em cerca de 75-80% dos animais em aproximadamente 12-16 meses. A velocidade de formação depende do nível da enzima aldose redutase e da concentração de glicose no humor aquoso e no sangue.
Além da diabetes, outras causas importantes de catarata adquirida incluem:
- Traumas oculares que rompem e causam vazamento do cristalino;
- Uveíte (inflamação ocular) não tratada adequadamente;
- Exposição a toxinas ou medicamentos como anti-inflamatórios e glicocorticóides;
- Atrofia progressiva da retina, especialmente em raças como Poodle e Cocker.
Fatores ambientais e envelhecimento
O envelhecimento natural é um fator importante no desenvolvimento da catarata em cães. A catarata senil, como é chamada, ocorre em cães idosos sem nenhuma outra causa antecedente. Esta forma de catarata apresenta progressão geralmente lenta, com causa desconhecida, podendo levar muitos anos até resultar em perda total da visão.
Outros fatores ambientais que podem contribuir para o desenvolvimento da catarata em cachorro incluem:
- Exposição excessiva à radiação solar;
- Hipocalcemia, causando opacidades puntiformes e multifocais;
- Uso prolongado de certos medicamentos;
- Casos raros de envenenamento ou exposição à radiação.
Todos os animais, principalmente em idade avançada (maiores que 7 anos de idade) sejam submetidos à avaliação oftalmológica anual. Contudo, vale ressaltar que a catarata é uma das doenças oculares mais difíceis de serem prevenidas, justamente porque muitos casos ocorrem devido ao avanço natural da idade e estão ligados à predisposição genética.
No entanto, a catarata em cachorro decorrente de problemas como diabetes pode ser prevenida por meio da manutenção de uma rotina saudável, com alimentação balanceada e exercícios físicos regulares. O controle glicêmico é essencial para retardar o desencadeamento desse processo.
Fale com seu veterinário para avaliar a necessidade de exames oftalmológicos ou até mesmo uma consulta com os especialistas no Gold Lab Vet para identificar o tipo e o estágio da catarata em cachorro, proporcionando o melhor tratamento para seu pet.
Principais sintomas que indicam catarata em cachorro

Os sintomas da catarata em cachorro podem ser sutis no início, mas progridem conforme a opacificação do cristalino avança.
Olhos azulados ou esbranquiçados
O sintoma mais evidente da catarata em cães é a mudança na coloração dos olhos. Você notará uma aparência esbranquiçada, azulada ou até mesmo leitosa no centro do olho, onde se localiza o cristalino. Esta opacificação é o sinal clássico que diferencia a catarata de outras condições oculares.
No início, pode aparecer apenas como pequenas manchas brancas atrás da pupila. Conforme a doença progride, todo o olho pode adquirir um aspecto nublado. A catarata em cachorro pode afetar apenas um olho (unilateral) ou ambos (bilateral), dependendo da causa subjacente.
Lacrimejamento e secreção ocular
Um cachorro com catarata frequentemente apresenta aumento no lacrimejamento e nas secreções oculares. Os principais sinais que você pode observar são:
- Olhos constantemente úmidos ou “marejados”;
- Secreções mais espessas ao redor dos olhos;
- Vermelhidão ocular associada à irritação.
Este lacrimejamento excessivo ocorre como resposta do organismo à irritação causada pela catarata ou por inflamações secundárias que podem surgir como consequência da condição.
Dificuldade para enxergar e esbarrar em objetos
À medida que a catarata em cachorro progride, a visão do animal fica cada vez mais comprometida. Os principais sinais comportamentais que indicam dificuldade visual incluem:
- Esbarrar em móveis, paredes ou objetos, especialmente em ambientes menos familiares;
- Tropeçar em degraus durante passeios;
- Parar de correr para pegar brinquedos;
- Demonstrar insegurança ao subir ou descer escadas;
- Dificuldade para se localizar, principalmente à noite.
Mudança de comportamento e sensibilidade à luz
Além das alterações visuais, seu pet pode apresentar mudanças significativas no comportamento. Conforme a catarata evolui, o cão pode ficar mais quieto, ansioso ou até mesmo demonstrar agressividade devido à desorientação causada pela perda gradual da visão.
Outro sintoma comum é a fotofobia (sensibilidade à luz). Seu cachorro pode evitar ambientes muito iluminados ou demonstrar desconforto quando exposto à luz forte. Em casos avançados, o animal pode preferir ficar imóvel, perder o apetite e ter dificuldade para conviver com outros pets da casa.
Diagnóstico e exames essenciais para catarata em cachorro

O diagnóstico preciso da catarata em cachorro exige uma abordagem sistemática e equipamentos específicos. Um médico veterinário oftalmologista é quem pode confirmar definitivamente esta condição ocular e diferenciar de outras patologias semelhantes.
Exame clínico e histórico do animal
O primeiro passo para diagnosticar a catarata em cachorro é a coleta detalhada do histórico do animal. Durante a consulta, o veterinário fará perguntas específicas sobre alterações comportamentais, dificuldades visuais e outros sintomas observados pelo tutor.
Este histórico completo fornece informações valiosas para direcionar os exames seguintes. Em seguida, realiza-se um exame físico geral para avaliar a saúde sistêmica do animal, verificando possíveis doenças subjacentes como diabetes, que está frequentemente associada à catarata.
O exame oftálmico inicial permitirá observar as alterações visíveis no olho, avaliando a capacidade do cachorro de perceber movimentos ao seu redor.
Testes oftalmológicos: tonometria, fundoscopia e Schirmer
Após o exame inicial, são realizados testes específicos, como:
- Tonometria: mede a pressão intraocular, fundamental para descartar outras doenças como glaucoma;
- Fundoscopia: exame do fundo do olho que permite visualizar a retina e diferenciar catarata de esclerose nuclear;
- Teste de Schirmer: avalia a produção lacrimal, importante para identificar problemas como olho seco.
Um equipamento essencial é a Lâmpada de Fenda, que emite luz branca e brilhante, permitindo observar com precisão a opacidade do cristalino. Este aparelho é indispensável na rotina do serviço especializado para diagnóstico definitivo de catarata em cachorro.
Exames de imagem: ultrassonografia ocular
A ultrassonografia ocular torna-se fundamental quando a opacidade do cristalino impede a visualização das estruturas internas do olho. Este exame indolor e seguro raramente necessita de sedação e permite avaliar todo o globo ocular e região retrobulbar.
Nos casos onde a cirurgia é considerada, a ultrassonografia ocular é obrigatória para verificar a integridade das estruturas posteriores do olho, especialmente a retina. O exame pode detectar problemas como descolamento de retina, que poderiam contraindicar o procedimento cirúrgico.
Importância da consulta com oftalmologista veterinário
A consulta com um especialista em oftalmologia é crucial para o diagnóstico preciso e tratamento adequado. No Gold Lab Vet, dispomos de equipamentos modernos e profissionais capacitados para realizar uma avaliação completa dos olhos do seu cachorro com catarata.
O diagnóstico precoce permite estabelecer o tratamento mais adequado e melhorar significativamente o prognóstico. É de suma importância realizar o atendimento com um oftalmologista veterinário especialista, e isso faz toda a diferença quando se fala de saúde ocular do seu pet.
Tratamento e cuidados após a cirurgia de catarata em cachorro

A cirurgia é atualmente o único tratamento eficaz para a catarata em cachorro. Embora não seja possível reverter a catarata com medicamentos, a intervenção cirúrgica pode restaurar significativamente a visão do seu animal de estimação.
Como funciona a cirurgia de catarata em cachorro
O procedimento cirúrgico utilizado é conhecido como facoemulsificação, é um instrumento ultrassônico fragmenta o cristalino opaco, transformando-o em líquido, que é então aspirado por um sistema semelhante a um pequeno aspirador. Essa prática, recomendada por entidades especializadas em oftalmologia veterinária, devido à sua eficácia e menor invasividade, é amplamente descrita pelo Veterinary Partner.
Existem duas possibilidades após a remoção do cristalino: na primeira, apenas se remove a lente afetada, resultando em uma visão levemente turva, porém funcional. Na segunda opção, após a remoção, implanta-se uma lente intraocular sintética que restaura a visão. A cirurgia dura aproximadamente uma hora para cada olho e geralmente não requer hospitalização.
Pós-operatório: colar elizabetano e repouso
Durante a recuperação, que leva pelo menos um mês, alguns cuidados são fundamentais para garantir o sucesso do procedimento:
- Uso obrigatório do colar elizabetano nas primeiras duas ou três semanas para impedir que o animal coce ou esfregue os olhos;
- Repouso máximo, evitando brincadeiras agitadas e exercícios excessivos;
- Ambiente limpo e tranquilo;
- Evitar contato com outros animais que possam tocar o rosto do pet;
- Não dar banho durante o período inicial de recuperação.
Uso de colírios, antibióticos e anti-inflamatórios
Após a cirurgia, o veterinário prescreverá medicamentos para prevenir infecções e reduzir a inflamação. É essencial seguir corretamente as instruções quanto à dosagem e frequência de aplicação. Antes de administrar colírios, lave bem as mãos para evitar a introdução de bactérias no olho do cachorro com catarata.
Nunca interrompa o tratamento antes do prazo recomendado, mesmo que o animal pareça recuperado. Os colírios utilizados após a cirurgia visam principalmente controlar a inflamação intraocular, reduzindo o risco de complicações como glaucoma.
Acompanhamento com o veterinário após a cirurgia
O acompanhamento veterinário regular é imprescindível para monitorar a recuperação e detectar precocemente possíveis complicações. A primeira revisão pós-operatória geralmente ocorre na manhã seguinte à cirurgia.
Durante as consultas de acompanhamento, o veterinário avaliará a cicatrização, ajustará medicações se necessário e verificará a saúde ocular geral. Este monitoramento contínuo é fundamental para garantir o sucesso do procedimento e a recuperação completa da visão do seu pet.
Perguntas frequentes sobre catarata em cachorro
Ao lidar com um cachorro com catarata, é comum surgirem dúvidas sobre sintomas, diagnóstico e tratamento. Abaixo, alguns pontos que merecem atenção especial para quem busca oferecer o melhor cuidado ao pet.
Quais são os principais sintomas da catarata em cães?
Os principais sintomas incluem olhos esbranquiçados ou azulados, lacrimejamento excessivo, dificuldade para enxergar objetos, esbarrar em móveis e mudanças de comportamento como ansiedade ou agressividade.
A catarata em cachorro tem cura?
Atualmente, o único tratamento eficaz para a catarata em cães é a cirurgia. O procedimento chamado facoemulsificação tem uma taxa de sucesso de 90-95% na restauração da visão do animal.
Quais raças de cães são mais propensas a desenvolver catarata?
Algumas raças com maior predisposição genética incluem Poodle, Cocker Spaniel, Schnauzer Miniatura, Labrador e Golden Retriever, Yorkshire Terrier e Husky Siberiano.
Como é feito o diagnóstico da catarata em cachorro?
O diagnóstico é realizado por um oftalmologista veterinário através de exame clínico, testes específicos como tonometria e fundoscopia, e exames de imagem como ultrassonografia ocular quando necessário.
Quais são os cuidados necessários após a cirurgia de catarata em cachorro?
Os cuidados pós-operatórios incluem o uso de colar elizabetano, repouso, ambiente limpo e tranquilo, aplicação de colírios e medicamentos prescritos, e acompanhamento regular com o veterinário para monitorar a recuperação.
Considerações finais sobre catarata em cachorro
A catarata em cachorro pode comprometer seriamente a qualidade de vida do seu pet, mas não representa uma sentença de cegueira. Com diagnóstico precoce e o tratamento correto, especialmente por meio da cirurgia de facoemulsificação, é possível recuperar a visão e o bem-estar do seu companheiro.
Fique atento a sinais como olhos esbranquiçados, insegurança ao se movimentar e alterações no comportamento. Esses indícios exigem atenção e avaliação especializada para garantir um cuidado preciso e no momento certo.
Manter uma rotina de acompanhamento oftalmológico, principalmente após os 6 anos de idade ou em cães de raças predispostas, é essencial para preservar a saúde ocular. Quanto mais cedo for identificado o problema, maiores são as chances de sucesso no tratamento.
Seu pet merece enxergar o mundo com nitidez, confiança e alegria ao seu lado. Com atenção, carinho e apoio profissional, é possível superar a catarata e devolver ao seu cão tudo aquilo que ele oferece todos os dias: amor, lealdade e presença.







